Exacerbação de DPOC: Reconhecimento e Manejo Inicial

SMS Florianópolis - Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis (SC) — Prova 2020

Enunciado

Sr. Mauro, 60 anos, tabagista há 35 anos, apresenta tosse e dispneia crônicas. De tempos em tempos, tem piora do quadro com intensificação dos sintomas. Já tentou parar de fumar, mas o máximo que conseguiu foi cessar o uso por uma semana. Nesta noite, teve piora da dispneia e está há 3 dias com muita tosse produtiva com expectoração amarelada. Não teve febre. Não dormiu bem e, logo cedo, procurou a Unidade Básica de Saúde. A equipe o acolheu e identificou: desconforto respiratório com tiragem intercostal, pressão arterial de 130/90 mmHg, pulso de 92 bpm, rítmico e cheio, frequência respiratória de 24 mrm, ausculta pulmonar com murmúrio vesicular presente, roncos e sibilos difusos. O restante do exame físico estava normal. A principal hipótesediagnóstica é:

Alternativas

  1. A) exacerbação de insuficiência cardíaca
  2. B) síndrome de hiperventilação
  3. C) exacerbação de doença pulmonar obstrutiva crônica
  4. D) infecção aguda do aparelho respiratório inferior

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