HCAL - Hospital da Criança de Alagoas — Prova 2020
A vacina influenza é constituída por vírus inativados existindo comprovação de que não podem causar a doença excelente níveis de tolerância. Não podemos aceitar que:
Abscessos pós-vacinação → Geralmente erro técnico OU infecção primária, NUNCA só infecção.
Abscessos pós-vacinação são eventos adversos graves que podem ser causados por erros na técnica de aplicação (ex: injeção subcutânea profunda em vez de intramuscular, contaminação) ou por infecção primária no local da injeção. É incorreto afirmar que nunca estão associados a erros na técnica de aplicação.
A vacina influenza é uma ferramenta crucial na saúde pública, composta por vírus inativados, o que significa que não pode causar a gripe. É bem tolerada, mas, como qualquer medicamento, pode causar eventos adversos pós-vacinação (EAPV). O conhecimento sobre esses eventos é essencial para profissionais de saúde. Os EAPV podem ser de diversas naturezas: relacionados à composição da vacina (reações alérgicas), ao indivíduo vacinado (reações idiossincráticas), à técnica de administração (erros de aplicação) ou simplesmente a coincidências com outros agravos de saúde. Eles podem ser classificados como locais (dor, inchaço, vermelhidão no local da injeção) ou sistêmicos (febre baixa, mialgia, cefaleia), e em termos de gravidade (leves, moderados ou graves). Um ponto crítico é a ocorrência de abscessos. É um erro comum pensar que abscessos pós-vacinação estão associados apenas a infecções primárias. Na verdade, muitos casos estão diretamente relacionados a erros na técnica de aplicação, como a injeção em tecido subcutâneo em vez de intramuscular, ou falhas na assepsia. A correta técnica de administração e a vigilância dos EAPV são fundamentais para a segurança e a confiança nas campanhas de vacinação.
Abscessos pós-vacinação podem ser causados por erros na técnica de aplicação (como injeção em local inadequado ou falta de assepsia) ou por infecção primária no local da injeção.
Não, a vacina influenza é constituída por vírus inativados e não pode causar a doença. Processos agudos respiratórios após a vacinação são geralmente coincidentes e não relacionados à vacina.
Os EAPV podem ser classificados de acordo com sua localização (locais ou sistêmicos) e sua gravidade (leves, moderados ou graves). Podem estar relacionados à vacina, ao indivíduo vacinado, à técnica de aplicação ou a coincidências.
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