SMS João Pessoa - Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa (PB) — Prova 2024
Lúpus eritematoso sistêmico (LES) e uma doença multi-sistêmica, auto-imune e crônica, caracterizada por processo inflamatório de vasos e tecido conectivo com períodos de remissão e exacerbação, associada à presença de anticorpo antinúcleo (FAN), especialmente contra o DNA dupla hélice. Suas manifestações são variáveis e seu curso clínico é imprevisível. Quando não tratada seu curso é progressivo e muitas vezes, fatal.I - Assim como do lúpus induzido por droga, a etiopatogenia do lúpus eritematoso sistêmico é bem estabelecida.II - É evidente que o lúpus resulta da interação de vários fatores como ambientais (p.ex., infecções virais, luz ultravioleta, drogas), alterações imunológicas (p.ex., alteração da função do linfócito B), genéticas (p.ex., deficiência de complemento) e hormonais (estrogênios e prolactina).III - A luz do sol não é causadora de exacerbações de atividade da doença. A luz ultravioleta B tem múltiplos efeitos importantes na sua patogênese, incluindo indução de apoptose dos queratinócitos.IV - A doença pode ocorrer em qualquer faixa etária, sendo mais freqüente entre 15 e 25 anos, é rara abaixo dos 5 anos de idade e incomum antes da adolescência.V - O lúpus é o protótipo de doença auto-imune sistêmica de herança poligênica caracterizada por perda da tolerância imunológica a vários auto-antígenos e formação de imunocomplexos que se depositam nos tecidos com consequente inflamação em diferentes órgãos e sistemas.
LES: etiologia multifatorial (genética, ambiental, hormonal, imunológica); UV-B exacerba, induz apoptose.
O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença autoimune complexa, cuja etiopatogenia não é completamente estabelecida, mas envolve uma intrincada interação de fatores genéticos, ambientais (como luz ultravioleta e infecções virais), hormonais e imunológicos. A luz solar, especialmente a UV-B, é um conhecido gatilho para exacerbações e contribui para a patogênese induzindo apoptose de queratinócitos.
O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença autoimune crônica, multissistêmica, caracterizada por inflamação de vasos e tecido conectivo, com períodos de remissão e exacerbação. Sua prevalência é maior em mulheres jovens, e a presença de autoanticorpos, como o FAN e o anti-DNA dupla hélice, é um marco diagnóstico. A compreensão de sua etiopatogenia é fundamental para o manejo clínico. A fisiopatologia do LES é complexa e envolve uma perda da tolerância imunológica a múltiplos autoantígenos, resultando na formação de imunocomplexos que se depositam em diversos tecidos, causando inflamação e dano orgânico. Fatores genéticos (como deficiências de complemento), ambientais (luz UV, infecções, drogas), hormonais (estrogênios) e imunológicos (disfunção de linfócitos B e T) interagem para desencadear e perpetuar a doença. A luz ultravioleta é um gatilho conhecido, induzindo apoptose e exposição de autoantígenos. O tratamento do LES é individualizado e visa controlar a inflamação, prevenir danos orgânicos e melhorar a qualidade de vida do paciente, utilizando imunossupressores, corticosteroides e, mais recentemente, terapias biológicas. O prognóstico melhorou significativamente com o avanço terapêutico, mas a doença ainda pode ser fatal se não tratada. A educação do paciente sobre fotoproteção e adesão ao tratamento é crucial.
A etiopatogenia do LES é multifatorial, envolvendo a interação de fatores genéticos (como deficiências de complemento e genes HLA), ambientais (exposição à luz ultravioleta, infecções virais, drogas), hormonais (estrogênios e prolactina) e imunológicos (disfunção de linfócitos B e T, perda de tolerância imunológica e formação de autoanticorpos).
A luz ultravioleta, especialmente a UV-B, é um importante gatilho para exacerbações da atividade da doença em pacientes com LES. Ela induz apoptose de queratinócitos, liberando autoantígenos nucleares que podem iniciar ou amplificar a resposta autoimune, levando à formação de imunocomplexos e inflamação tecidual.
O Lúpus Eritematoso Sistêmico pode ocorrer em qualquer faixa etária, mas é mais frequente em mulheres em idade fértil, geralmente entre 15 e 25 anos. É raro antes dos 5 anos de idade e incomum antes da adolescência, embora possa se manifestar em crianças e idosos.
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