Santa Casa de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2025
A chefia de uma UBS toma conhecimento de que um dos enfermeiros da unidade é do segmento LGBTQIA+.A partir dessa informação, assinale a alternativa correta.
Profissional de saúde deve ser tratado com equidade, independentemente de sua orientação sexual.
A ética profissional e as diretrizes do SUS preconizam o tratamento igualitário de todos os profissionais, independentemente de sua orientação sexual ou identidade de gênero. A diversidade deve ser valorizada e o ambiente de trabalho deve ser inclusivo e livre de preconceitos.
O ambiente de trabalho na saúde, especialmente em Unidades Básicas de Saúde (UBS), deve ser um reflexo dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), que incluem a universalidade, equidade e integralidade. Isso se estende ao tratamento de seus próprios profissionais, que devem ser valorizados por suas competências e não discriminados por características pessoais. A diversidade, incluindo a orientação sexual e identidade de gênero, é um valor a ser promovido. Profissionais LGBTQIA+ têm o direito de serem tratados como qualquer outro membro da equipe, com respeito, sem preconceitos ou estereótipos. A chefia tem o papel de garantir um ambiente seguro e inclusivo para todos. Qualquer tentativa de segregação, 'proteção' excessiva ou restrição de funções baseada na orientação sexual é uma violação dos direitos humanos e das diretrizes éticas. A comunicação aberta e a educação continuada sobre diversidade e inclusão são ferramentas importantes para construir equipes mais coesas e eficazes.
A chefia deve promover um ambiente de trabalho inclusivo e respeitoso, tratando todos os membros da equipe com equidade, valorizando suas competências profissionais independentemente de sua orientação sexual ou identidade de gênero.
Os princípios éticos incluem o respeito à dignidade humana, a não discriminação, a igualdade de tratamento e a valorização da diversidade, conforme preconizado pelos códigos de ética profissional e pela Constituição.
Não é apropriado. Embora a afinidade possa facilitar a comunicação, a designação exclusiva pode configurar segregação. O atendimento deve ser universal e baseado na competência profissional, não na orientação sexual.
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