FJG - Fundação João Goulart / SMS Rio de Janeiro — Prova 2018
O tipo de delineamento de estudo mais indicado para investigar a prevalência de tuberculose em núcleos rurais de um município é o estudo:A) cruzadoB) de coorteC) transversalD) de caso e controle
Investigar prevalência em um momento = estudo transversal.
O estudo transversal é o delineamento mais adequado para investigar a prevalência de uma doença ou condição em uma população específica em um determinado ponto no tempo, pois coleta dados simultaneamente sobre exposição e desfecho.
O delineamento de estudo é a estrutura metodológica que guia a pesquisa científica, determinando como os dados serão coletados e analisados. Na epidemiologia, a escolha do delineamento é crucial para responder à pergunta de pesquisa de forma válida e confiável. Compreender os diferentes tipos de estudos é fundamental para a interpretação crítica da literatura e para a condução de pesquisas. Para investigar a prevalência de uma doença, ou seja, o número de casos existentes em uma população em um determinado momento, o estudo transversal é o mais indicado. Ele permite coletar informações sobre a doença e os fatores de risco simultaneamente, oferecendo uma 'fotografia' da situação de saúde. É relativamente rápido e de baixo custo, sendo ideal para descrever a distribuição de doenças e planejar ações de saúde. Em contraste, estudos de coorte são prospectivos e medem incidência, enquanto estudos de caso-controle são retrospectivos e buscam fatores de risco para doenças raras. O estudo cruzado (crossover) é um tipo de ensaio clínico onde os participantes recebem sequencialmente diferentes intervenções. Para a pergunta sobre prevalência de tuberculose em núcleos rurais, a abordagem transversal é a mais direta e eficiente.
Um estudo transversal coleta dados sobre a exposição e o desfecho (doença) em um único momento no tempo, fornecendo uma 'fotografia' da situação de saúde da população naquele instante.
Um estudo de coorte é mais adequado para investigar a incidência de uma doença e a relação causal entre uma exposição e um desfecho, acompanhando grupos de indivíduos ao longo do tempo.
O estudo de caso-controle é retrospectivo e compara a exposição a fatores de risco entre indivíduos com a doença (casos) e indivíduos sem a doença (controles), sendo útil para doenças raras ou com longo período de latência.
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