Tem ocorrido vários surtos de caxumba no Brasil e no mundo. Em Iowa – EUA, após a discussão sobre a necessidade de uma terceira dose da vacina, a recomendação foi feita livremente nas universidades, no início do ano letivo 2015/2016, e vários alunos se vacinaram. Um estudo (CARDEMIL et al., 2017) monitorou os alunos quanto à ocorrência de caxumba, de acordo com o número de doses da MMR (duas ou três). Os principais resultados estão na tabela a seguir. Podemos afirmar que foi realizado:
Alternativas
A) ensaio clínico comparando as doses da vacina, e não houve eficácia da vacina, pois a medida de associação foi menor que 1.
B) ensaio clínico comparando as doses da vacina, e os alunos que receberam a terceira dose tiveram 40% menos caxumba considerando a primeira semana pós- vacinação.
C) estudo de coorte e a terceira dose mostrou efeito protetor forte, com significância estatística e aumento do efeito com o passar dos dias pós-vacinação.
D) estudo de coorte e a terceira dose mostrou efeito protetor forte, com significância estatística, porém queda do efeito protetor com o passar dos dias pós-vacinação.
E) análise de sobrevida, pois a medida de associação é hazard ratio e não se pode afirmar nada sobre o efeito da vacina, apenas sobre o tempo necessário para a resposta.
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