Estreptococo Grupo B: Validade da Cultura e Profilaxia

FJG - Fundação João Goulart / SMS Rio de Janeiro — Prova 2017

Enunciado

Gestante de 23 anos de idade, secundigesta, apresentou ruptura prematura das membranas ovulares com 30 semanas de gestação, realizou antibioticoprofilaxia e evoluiu com trabalho de parto espontâneo com 37 semanas de gestação. Na ocasião da internação, realizou cultura de estreptococo do grupo B, que foi negativa. Sobre o caso, é possível afirmar:

Alternativas

  1. A) a antibioticoprofilaxia ideal nos casos de ruptura prematura de membranas ovulares pré-termo inclui azitromicina em dose única, ampicilina por 48 horas e amoxilina por 3 dias
  2. B) o uso de antibiótico profilático na conduta expectante exclui a profilaxia intraparto para estreptococo do grupo B
  3. C) a cultura para estreptococo do grupo B poderia ser considerada negativa no momento do parto
  4. D) a cultura para estreptococo do grupo B é válida por 5 semanas 

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