HST - Hospital Santa Teresa (RJ) — Prova 2015
Em relação à Estratégia Saúde da Família, pode-se afirmar que o (a):
Aumento da cobertura da ESF → reduz taxas de internação por diversos grupos de morbidade (agudas e crônicas).
A Estratégia Saúde da Família (ESF) tem um impacto comprovado na saúde da população. O aumento da cobertura por essa estratégia está associado à redução das taxas de internação hospitalar, tanto para enfermidades agudas quanto para doenças crônicas, demonstrando sua eficácia na promoção da saúde, prevenção de agravos e manejo adequado das condições de saúde em nível primário.
A Estratégia Saúde da Família (ESF) é o modelo prioritário de organização da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil, buscando reorientar o modelo assistencial, antes focado na doença e no hospital, para um modelo centrado na família e na comunidade. Sua importância reside na capacidade de promover a saúde, prevenir doenças e oferecer cuidado contínuo e integral, atuando como porta de entrada preferencial e coordenadora do cuidado na rede de atenção à saúde. Estudos demonstram consistentemente que o aumento da cobertura populacional pela ESF está associado a uma significativa redução das taxas de internação hospitalar por diversos grupos de morbidade. Isso inclui tanto as condições agudas, que poderiam ser resolvidas na atenção primária, quanto as doenças crônicas, cujo manejo adequado e acompanhamento contínuo evitam descompensações e complicações que levariam à hospitalização. A ESF, portanto, é um investimento que gera economia e melhora a qualidade de vida. Para os residentes, compreender o papel e o impacto da ESF é crucial, independentemente da especialidade. A APS, com a ESF à frente, é a base do sistema de saúde e influencia diretamente a demanda e a resolutividade dos demais níveis de atenção. A atuação integrada com as equipes de saúde da família otimiza o cuidado ao paciente e contribui para um sistema de saúde mais eficiente e equitativo.
A ESF atua na promoção da saúde, prevenção de doenças, diagnóstico precoce e manejo adequado de condições crônicas e agudas na atenção primária, evitando a progressão de doenças que levariam à internação.
Sim, a ESF impacta positivamente tanto as internações por doenças agudas (infecções, descompensações) quanto por doenças crônicas (hipertensão, diabetes, DPOC), através do acompanhamento contínuo e da gestão do cuidado.
Além da redução de internações, a ESF melhora indicadores como mortalidade infantil, cobertura vacinal, controle de doenças transmissíveis, acesso a exames preventivos e a satisfação do usuário com o sistema de saúde.
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