FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2020
A nova estratégia amplia as ações de controle da doença, valoriza a inovação e a incorporação de novas tecnologias, fortalece a necessidade do compromisso político, somente sendo INADEQUADO que:
Estratégia global TB NÃO exclui proteção social; ela a integra para acesso universal à saúde.
A estratégia global para o fim da tuberculose (End TB Strategy da OMS) é abrangente e inclui pilares como tratamento e prevenção, mas também valoriza a proteção social e o acesso universal à saúde, sendo inadequado afirmar que os exclui.
A Estratégia End TB da Organização Mundial da Saúde (OMS) representa um plano ambicioso para erradicar a tuberculose até 2035, com metas intermediárias para 2020 e 2025. Esta estratégia reconhece a tuberculose não apenas como um problema médico, mas também como uma doença com fortes determinantes sociais. A abordagem é multifacetada, visando reduzir a incidência da doença em 90% e as mortes em 95% em comparação com os níveis de 2015. Os pilares da Estratégia End TB incluem o tratamento e prevenção integrados e centrados no paciente, que abrange o tratamento de todos os casos de tuberculose (incluindo drogarresistente), tratamento preventivo e vacinação. Além disso, enfatiza políticas e sistemas de apoio ousados, como o compromisso político, financiamento adequado e o fortalecimento de sistemas de saúde. A inovação e a pesquisa também são cruciais para o desenvolvimento de novas ferramentas diagnósticas, medicamentos e vacinas. Um ponto fundamental e frequentemente mal compreendido é que a estratégia NÃO exclui, mas sim integra, ações de proteção social aos pacientes e recomenda o acesso universal à saúde. A exclusão desses aspectos seria inadequada, pois a pobreza, a desnutrição e a falta de acesso a serviços de saúde são fatores que perpetuam a epidemia de tuberculose. Portanto, a proteção social e o acesso equitativo são componentes intrínsecos e indispensáveis para o sucesso da estratégia global.
A Estratégia End TB da OMS possui três pilares principais: prevenção e tratamento integrado centrado no paciente, políticas e sistemas de apoio ousados, e pesquisa e inovação intensificadas.
A proteção social é crucial porque a tuberculose afeta desproporcionalmente populações vulneráveis. Medidas como apoio financeiro e nutricional ajudam a garantir a adesão ao tratamento e a reduzir a transmissão da doença.
É inadequado que uma estratégia de controle da tuberculose exclua ações de proteção social aos pacientes ou não promova o acesso universal à saúde, pois esses são componentes essenciais para o sucesso do programa.
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