IOG - Instituto de Olhos de Goiânia — Prova 2024
Nas células da teca ovariana, sob efeito do LH, o colesterol é convertido em:
Células da teca ovariana + LH → Colesterol → Androstenediona (precursor estrogênico).
Nas células da teca, o LH estimula a conversão do colesterol em androgênios, principalmente androstenediona. Estes androgênios são então transferidos para as células da granulosa, onde são aromatizados em estrogênios sob o estímulo do FSH.
A esteroidogênese ovariana é um processo complexo e fundamental para a fisiologia reprodutiva feminina, sendo um tópico recorrente em provas de residência médica. Compreender a função das diferentes células ovarianas e a ação dos hormônios gonadotróficos (LH e FSH) é crucial para o entendimento do ciclo menstrual e de diversas patologias endócrinas. A produção hormonal ocorre de forma coordenada entre as células da teca e da granulosa. As células da teca, localizadas na camada mais externa do folículo ovariano, são as principais responsáveis pela produção de androgênios. Sob o estímulo do Hormônio Luteinizante (LH), o colesterol é captado e convertido em androstenediona, que é o principal androgênio sintetizado por essas células. Este processo envolve enzimas como a P450scc (colesterol desmolase) e a 17α-hidroxilase/17,20-liase. A androstenediona, por si só, possui atividade androgênica, mas seu papel mais importante é como precursor para a síntese de estrogênios. Posteriormente, a androstenediona produzida nas células da teca é transferida para as células da granulosa, que são estimuladas pelo Hormônio Folículo Estimulante (FSH). Nas células da granulosa, a enzima aromatase converte a androstenediona em estrona e, posteriormente, em estradiol. Esse mecanismo de "duas células, duas gonadotrofinas" é essencial para a produção de estrogênios e para a regulação do ciclo menstrual, sendo um ponto chave para a compreensão da fisiologia reprodutiva e de distúrbios como a Síndrome dos Ovários Policísticos.
O LH estimula as células da teca a converterem colesterol em androgênios, como a androstenediona, que servem de precursores para a síntese de estrogênios.
A androstenediona é produzida nas células da teca interna do ovário, sob o estímulo do hormônio luteinizante (LH), a partir do colesterol.
A androstenediona é um androgênio precursor que é transportado para as células da granulosa, onde é convertido em estrogênios (estrona e estradiol) pela enzima aromatase, sob estímulo do FSH.
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