Estado de Mal Epiléptico: Acesso Intraósseo em Pediatria

USP/HCFMUSP - Hospital das Clínicas da FMUSP (SP) — Prova 2019

Enunciado

Menina, 3 anos de idade, está internada em enfermaria devido a pneumonia, no primeiro dia de tratamento com ceftriaxona. Tem antecedente de encefalopatia crônica não-progressiva por anoxia neonatal, tendo evoluído com epilepsia, mas sem necessidade de anticonvulsionantes no último ano. Durante a internação, a criança evoluiu com quadro de febre de 39ºC, cursando com crise epiléptica tônico-clônica generalizada. A paciente foi monitorizada, oferecido oxigênio e solicitado administração de midazolam e dipirona, que foram aplicadas por via intramuscular devido à perda de acesso venoso. A crise epiléptica não cessou, apesar de receber uma segunda e uma terceira dose de midazolam intramuscular. Tentado obtenção de acesso venoso periférico, sem sucesso. A conduta neste momento é: 

Alternativas

  1. A) Passagem de sonda nasogástrica para administrar dose de ataque de fenobarbital. 
  2. B) Mantes bolus de midazolam intramuscular a cada 5 minutos até cessação das crises. 
  3. C) Obtenção de acesso intraósseo para administrar dose de ataque de fenitoína. 
  4. D) Passagem de cateter venoso central para controle de crise com midazolam contínuo

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo