Santa Casa de Votuporanga (SP) — Prova 2022
É CORRETO afirmar que o adenocarcinoma que invade a lâmina própria ou muscular da mucosa do esôfago é classificado como
Adenocarcinoma esofágico invadindo lâmina própria ou muscular da mucosa = T1a.
A classificação T1a no estadiamento TNM para câncer de esôfago refere-se à invasão da lâmina própria ou muscular da mucosa, indicando um tumor superficial com melhor prognóstico.
O câncer de esôfago é uma neoplasia agressiva, com dois tipos histológicos principais: carcinoma espinocelular e adenocarcinoma. O adenocarcinoma tem sua incidência crescente, especialmente em países ocidentais, e está fortemente associado ao esôfago de Barrett. O estadiamento preciso é crucial para o manejo e prognóstico. A classificação TNM (Tumor, Nódulo, Metástase) é o sistema universalmente aceito para estadiar o câncer de esôfago. O componente "T" descreve a extensão do tumor primário. TIS refere-se a carcinoma in situ (displasia de alto grau). T1a é definido como a invasão da lâmina própria ou muscular da mucosa, enquanto T1b indica invasão da submucosa. Tumores T2 invadem a muscular própria, e T3 invadem a adventícia. A distinção entre T1a e T1b é clinicamente relevante, pois tumores T1a têm um risco menor de metástase linfonodal e podem ser passíveis de ressecção endoscópica em casos selecionados. O tratamento para câncer de esôfago pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou uma combinação dessas modalidades, dependendo do estadiamento e das condições clínicas do paciente.
T1a indica invasão da lâmina própria ou muscular da mucosa, enquanto T1b indica invasão da submucosa. A profundidade da invasão é um fator prognóstico importante.
O estadiamento TNM (Tumor, Nódulo, Metástase) é fundamental para determinar a extensão da doença, guiar a escolha do tratamento (cirurgia, quimio/radioterapia) e prever o prognóstico do paciente.
Os principais fatores de risco incluem esôfago de Barrett (complicação do refluxo gastroesofágico crônico), obesidade, tabagismo e consumo de álcool.
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