SES-PE - Secretaria de Estado de Saúde de Pernambuco — Prova 2020
Mulher, 39 anos. Submetida à gastrectomia total com linfadenectomia por adenocarcinoma, tipo anel de sinete, no corpo gástrico (grande curvatura). Para um adequado estadiamento patológico, a peça cirúrgica deve conter
Estadiamento patológico adequado para câncer gástrico = ressecção de ≥ 15 linfonodos.
Para um estadiamento patológico preciso do câncer gástrico, a peça cirúrgica deve conter um número mínimo de 15 linfonodos. Isso é crucial para determinar a extensão da doença linfonodal (estadiamento N) e guiar decisões terapêuticas adjuvantes.
O adenocarcinoma gástrico é uma neoplasia maligna com alta morbimortalidade, sendo o estadiamento preciso fundamental para a definição do prognóstico e da estratégia terapêutica. A cirurgia, que inclui a gastrectomia e a linfadenectomia, é a principal modalidade de tratamento curativo. A extensão da linfadenectomia é um fator crítico para o controle locorregional da doença e para o estadiamento patológico. A avaliação patológica da peça cirúrgica pós-gastrectomia exige a identificação e análise de um número mínimo de linfonodos para que o estadiamento linfonodal (estadiamento N) seja considerado adequado. Diretrizes internacionais, como as do AJCC/UICC, recomendam a análise de pelo menos 15 linfonodos. Um número insuficiente de linfonodos pode levar a um subestadiamento da doença, mascarando a presença de metástases linfonodais e, consequentemente, impactando negativamente o planejamento do tratamento adjuvante e o prognóstico do paciente. A presença de metástases linfonodais é um dos fatores prognósticos mais importantes no câncer gástrico. O tipo histológico anel de sinete é frequentemente associado a um comportamento mais agressivo e maior risco de disseminação. Portanto, um estadiamento patológico rigoroso, com a contagem adequada de linfonodos, é indispensável para oferecer a melhor chance de cura e sobrevida ao paciente.
O número de linfonodos ressecados é crucial para o estadiamento N (linfonodal) do câncer gástrico, impactando diretamente o prognóstico e a decisão terapêutica.
Para um estadiamento patológico adequado e preciso do câncer gástrico, a peça cirúrgica deve conter um mínimo de 15 linfonodos.
A ressecção de menos de 15 linfonodos pode levar a um subestadiamento da doença, resultando em tratamento inadequado e pior prognóstico para o paciente.
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