DASA - Diagnósticos da América (SP) — Prova 2023
Sobre o câncer colorretal e seu estadiamento, assinale a correta:
Estadiamento completo do câncer colorretal exige TC de abdome, pelve e tórax para pesquisa de metástases.
O estadiamento do câncer colorretal é crucial para definir a conduta terapêutica. A tomografia computadorizada de abdome, pelve e tórax é o exame de imagem padrão para avaliar a extensão da doença e a presença de metástases à distância, principalmente hepáticas e pulmonares.
O câncer colorretal (CCR) é uma das neoplasias mais comuns e uma das principais causas de mortalidade por câncer globalmente. O estadiamento preciso é fundamental para determinar o prognóstico e guiar a estratégia terapêutica, que pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou uma combinação delas. O estadiamento do CCR segue o sistema TNM (Tumor, Linfonodo, Metástase), que avalia a profundidade de invasão do tumor primário (T), o envolvimento de linfonodos regionais (N) e a presença de metástases à distância (M). A detecção de metástases é um fator crítico, pois define se a doença é localizada, regional ou metastática, impactando diretamente as opções de tratamento e o prognóstico. Para um estadiamento completo e eficaz, a tomografia computadorizada (TC) de abdome, pelve e tórax é o exame de imagem padrão. Ela permite avaliar a extensão do tumor primário, a presença de linfonodos aumentados e, crucialmente, a pesquisa de lesões secundárias em órgãos como fígado e pulmões, que são os sítios mais comuns de metástase. A realização de um estadiamento abrangente é essencial para evitar subestimar a doença e garantir o tratamento mais adequado ao paciente.
Esses exames são cruciais para identificar a extensão local da doença, o envolvimento de linfonodos regionais e, principalmente, a presença de metástases à distância, que são comuns no fígado e pulmões, determinando o prognóstico e a estratégia terapêutica.
Os principais sítios de metástase do câncer colorretal são o fígado (via circulação portal) e os pulmões (via circulação sistêmica). Outros locais incluem peritônio, ossos e, menos frequentemente, o cérebro.
Outros exames incluem ressonância magnética (especialmente para câncer de reto, para avaliar invasão local e linfonodos), PET-CT (para casos selecionados de metástases ou recorrência) e exames laboratoriais como o CEA (antígeno carcinoembrionário).
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