SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2020
Segundo o Sistema de Vigilância da Esquistossomose,
Caso suspeito de esquistossomose = residente/procedente de área endêmica + clínica sugestiva + contato com água contaminada por cercárias.
A definição de caso suspeito de esquistossomose é abrangente, incluindo indivíduos de áreas endêmicas com sintomas variados (aguda, crônica, assintomática) e histórico de exposição a águas com caramujos vetores, sendo crucial para a vigilância epidemiológica.
A esquistossomose, causada pelo parasita Schistosoma mansoni no Brasil, é uma doença tropical negligenciada de grande importância em saúde pública. A vigilância epidemiológica é fundamental para o controle da doença, que afeta milhões de pessoas, principalmente em áreas rurais e com saneamento básico deficiente. A compreensão da definição de caso suspeito é o primeiro passo para a detecção e intervenção. A definição de caso suspeito de esquistossomose é ampla e visa identificar precocemente os indivíduos expostos. Ela engloba a residência ou procedência de áreas endêmicas, a presença de quadro clínico sugestivo (que pode variar desde uma forma aguda febril até formas crônicas com hepatosplenomegalia ou assintomáticas) e, crucialmente, a história de contato com coleções de água onde o caramujo vetor (Biomphalaria) esteja presente e eliminando cercárias. O diagnóstico é confirmado por exames parasitológicos de fezes ou sorologia. O tratamento é feito com praziquantel. A prevenção e o controle envolvem ações integradas como saneamento básico, educação em saúde, controle de moluscos vetores e tratamento em massa em áreas de alta endemicidade. A notificação compulsória de todos os casos é essencial para monitorar a situação epidemiológica e planejar as ações de saúde.
Um caso suspeito é um indivíduo de área endêmica, com quadro clínico sugestivo (agudo, crônico ou assintomático) e história de contato com coleções de água onde há caramujos eliminando cercárias.
Sim, a esquistossomose é uma doença de notificação compulsória em todo o território nacional, independentemente da forma clínica (aguda, crônica ou assintomática).
A história de contato com águas onde existam caramujos vetores (principalmente Biomphalaria) é um fator epidemiológico chave, pois a infecção ocorre pela penetração das cercárias na pele durante o contato com água contaminada.
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