Insulina Basal-Bolus: Indicações e Desvantagens no DM2
HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2019
Enunciado
A dose total diária de insulina nos esquemas de reposição plena varia de 0,5 a 1,5 U/kg, dependendo do grau de resistência insulínica. Insulina basal-bolus eu se trata de um esquema de reposição completa das necessidades de insulina do paciente, constituindo o paradigma de tratamento. Sendo INADEQUADO que
Alternativas
A) esse esquema deve ser usado ao máximo em pacientes com DM2, pois, invariavelmente, leva à acentuação do ganho de peso, o que já é um problema na maioria desses pacientes.
B) ele só deve ser usado em pacientes magros, com reserva secretória de insulina esgotada.
C) o exemplo típico é aquele paciente com diagnóstico de DM2, mas que, na verdade, é de etiologia autoimune, conhecida como diabetes autoimune latente em adultos (latente autoimune diabetes in adults, LADA), apresentando-se insulinopênico e com instabilidade glicêmica ao longo de sua evolução.
D) outra situação possível é nos idosos magros com longo tempo de evolução do DM2, mas, nesses casos, também é rara a utilização do esquema basal-bolus, pois as metas glicêmicas são menos rígidas nesses pacientes, sendo a ocorrência de hipoglicemia inaceitável em função do risco cardiovascular a ela associado.
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