Furosemida e Espironolactona na Insuficiência Cardíaca: Combinação e Efeitos

UFPA/HUJBB - Hospital Universitário João de Barros Barreto - Belém (PA) — Prova 2018

Enunciado

Paciente do sexo feminino, 34 anos, com miocardiopatia chagásica já diagnosticada, evoluindo com quadro de tosse produtiva há 8 dias e febre há 48 horas. Ao raio X de tórax, congestão e pneumonia lobar. Iniciada terapia antimicrobiana com Moxifloxacino endovenoso associado com furosemida 20mg endovenoso de 8 em 8 horas por dispneia importante. Quanto a este quadro, é correto afirmar:

Alternativas

  1. A) A adição de espironolactona 25 mg poderia potencializar o efeito diurético e antagonizar o efeito hipocalemiante da furosemida. 
  2. B) Hidroclorotiazida 25mg potencializaria o efeito diurético e hipernatremiante da furosemida, evitando a elevação do sódio sérico.
  3. C) Captopril 25mg via oral de 8 em 8 horas, caso a pressão arterial estivesse acima de 120 x 80 mmHg, seria benéfico, porém apresentaria efeito hipocalemiante inerente à medicação.
  4. D) Hipocalemia é uma complicação frequente do uso de diuréticos, devendo-se suspender a medicação em todos os casos.
  5. E) Cloreto de potássio é uma medicação frequentemente utilizada ao se combater a hipocalemia medicamentosa, devendo-se dar preferência sempre à via endovenosa para sua administração.

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