FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2020
A Espessura Médio-Intimal (EMI) da Ultrassonografia Vascular é caracterizada, ao modo bidimensional, por uma dupla linha com definição das interfaces lúmen-íntima e média-adventícia. Indique o item ERRADO:
EMI = distância entre lúmen-íntima e média-adventícia. Placa ateromatosa > 1,5 mm ou > 0,5 mm no lúmen.
A Espessura Médio-Intimal (EMI) é uma medida da distância entre a interface lúmen-íntima e a interface média-adventícia na ultrassonografia vascular. Ela é um marcador precoce de aterosclerose, e sua medida é fundamental para avaliar o risco cardiovascular. A alternativa C está incorreta porque a EMI *é* justamente essa distância.
A Espessura Médio-Intimal (EMI) da artéria carótida é um biomarcador não invasivo amplamente utilizado na ultrassonografia vascular para avaliar a aterosclerose subclínica e estratificar o risco cardiovascular. Ela representa a espessura combinada da camada íntima e da camada média da parede arterial, sendo visualizada como uma dupla linha ecogênica no modo bidimensional. A importância clínica da EMI reside em sua capacidade de predizer eventos cardiovasculares futuros, mesmo em indivíduos assintomáticos. A medida da EMI é realizada como a distância entre a interface lúmen-íntima (a linha ecogênica que delimita o lúmen do vaso) e a interface média-adventícia (a linha ecogênica que delimita a camada média da adventícia). Valores aumentados da EMI (> 0,9 mm em adultos) são considerados um indicador de aterosclerose. A presença de Placa Carotídea (PC) ateromatosa é definida por critérios específicos, como uma estrutura focal que se estende no mínimo 0,5 mm para o lúmen do vaso, ou que mede mais do que 50% do valor da EMI adjacente, ou ainda quando a EMI é > 1,5 mm. Para residentes, a correta interpretação da EMI e a identificação de placas ateromatosas são cruciais para o manejo de pacientes com fatores de risco cardiovascular. Essas informações auxiliam na decisão sobre a intensidade do tratamento hipolipemiante, controle da pressão arterial e outras intervenções para prevenção primária e secundária de doenças cardiovasculares. O prognóstico dos pacientes pode ser significativamente melhorado com a detecção precoce e o manejo agressivo dos fatores de risco.
A medida da EMI é um marcador precoce e não invasivo de aterosclerose subclínica, correlacionando-se com o risco cardiovascular futuro e auxiliando na estratificação de risco de pacientes.
Uma placa carotídea ateromatosa é definida como uma estrutura focal que se estende no mínimo 0,5 mm para o lúmen do vaso, ou que mede mais do que 50% do valor da EMI adjacente, ou ainda quando a EMI é > 1,5 mm.
A EMI é medida como a distância entre a interface lúmen-íntima (a linha ecogênica mais interna) e a interface média-adventícia (a linha ecogênica mais externa) da parede arterial.
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