Esôfago de Barrett: Manejo e Vigilância Endoscópica

HST - Hospital Santa Teresa (RJ) — Prova 2015

Enunciado

Paciente masculino, 45 anos, é empresário e viajará para Manaus a trabalho por 6 meses. Queixa-se de rouquidão pela manhã e azia há quatro anos. Sua mãe conta que ele apresentava episódios de diarréia na infância, acompanhados de distensão abdominal, cólica e assaduras (dermatite) persistentes. Na época, foram retirados de sua alimentação o leite e seus derivados, mas foi permitido iogurte. Evoluiu sem sintomas até a adolescência, quando abandonou a dieta. Ao exame físico, está eutrófico. Foram proscritos alguns medicamentos sintomáticos e Inibidor de Bomba de Prótons (IBP), e foram propostas investigação diagnóstica e profilaxia de doenças do viajante. O paciente encontra-se assintomático após um mês de tratamento diário com IBP. A endoscopia digestiva mostra esôfago de Barrett, e a histopatologia afasta displasia. A esofagomanometria revela pressão normal do esfíncter esofagiano inferior e ausência de distúrbios motores. Em relação ao esôfago de Barrett, deve-se recomendar:

Alternativas

  1. A) Esofagectomia.
  2. B) Terapia endoscópica ablativa. 
  3. C) Vigilância ativa com biópsias endoscópicas sequenciais.
  4. D) Cirurgia antirrefluxo.

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