UNAERP - Universidade de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2021
Sobre esôfago de Barrett, assinale a opção correta.
Esôfago de Barrett = Metaplasia colunar intestinal no esôfago distal, complicação da DRGE, risco de adenocarcinoma.
O Esôfago de Barrett é uma complicação da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) crônica, caracterizada pela metaplasia do epitélio escamoso estratificado do esôfago distal para epitélio colunar com células caliciformes. Sua prevalência em pacientes com DRGE que realizam EDA é significativa, variando entre 10% e 15%.
O Esôfago de Barrett é uma condição adquirida caracterizada pela substituição do epitélio escamoso estratificado normal do esôfago distal por um epitélio colunar de tipo intestinal, uma metaplasia que ocorre como complicação crônica da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). É clinicamente importante devido ao seu potencial de progressão para displasia e, subsequentemente, para adenocarcinoma de esôfago. A prevalência do Esôfago de Barrett em pacientes submetidos à endoscopia digestiva alta (EDA) por sintomas de DRGE varia entre 10% e 15%. O diagnóstico é feito por biópsia endoscópica, que confirma a presença de metaplasia intestinal. Fatores de risco incluem DRGE de longa data, sexo masculino, idade avançada e obesidade. O manejo do Esôfago de Barrett envolve vigilância endoscópica regular com biópsias para detectar displasia. O tratamento da displasia de alto grau é a erradicação endoscópica (ablação por radiofrequência, ressecção endoscópica da mucosa), e não a cirurgia antirrefluxo, que não reverte a metaplasia nem elimina o risco de câncer. A prevalência de adenocarcinoma em pacientes com Barrett é baixa, mas significativamente maior que na população geral.
O Esôfago de Barrett é uma condição pré-maligna onde o epitélio escamoso estratificado do esôfago distal é substituído por epitélio colunar de tipo intestinal. Sua importância reside no risco aumentado de desenvolver adenocarcinoma de esôfago.
Os principais fatores de risco incluem Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) crônica e de longa duração, obesidade, hérnia de hiato, tabagismo, idade avançada e sexo masculino.
Para displasia de alto grau, a conduta é a erradicação endoscópica da metaplasia, geralmente por ablação por radiofrequência ou ressecção endoscópica da mucosa, visando prevenir a progressão para adenocarcinoma.
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