Esôfago de Barrett: Vigilância Endoscópica e Risco de Câncer
AMRIGS - Associação Médica do Rio Grande do Sul — Prova 2020
Enunciado
Homem, 57 anos, realizou Endoscopia Digestiva Alta (EDA) para avaliação de sintomas de epigastralgia e refluxo gastroesofágico, cujo resultado evidenciou esôfago de Barrett. Sobre essa condição, é correto afirmar que:
Alternativas
A) Alterações como esôfago de Barrett não estão associadas a um aumento de desenvolvimento de adenocarcinoma de esôfago.
B) Pacientes com esôfago de Barrett sem displasia devem ser submetidos a exames periódicos entre 3 a 5 anos ou se houver mudanças nos sintomas.
C) Pacientes com esôfago de Barrett com displasia de alto grau confirmado pelo patologista devem ser ressubmetidos a nova EDA em até 2 anos.
D) As técnicas ablativas de mucosa do esôfago de Barret como a ablação por radiofrequência vêm sendo fortemente desaconselhadas nos últimos anos.
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