Esôfago de Barrett: Rastreamento e Vigilância do Câncer

FHEMIG - Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Rede FHEMIG) — Prova 2018

Enunciado

A substituição do epitélio escamoso do esôfago distal por epitélio colunar, na presença ou não de metaplasia intestinal, é conhecida como esôfago de Barrett. Sua ocorrência vem aumentado na população mundial nos últimos anos, e está relacionada com a presença da doença do refluxo gastroesofageano. Quanto ao seguimento e ao rastreamento do esôfago de Barrett e das displasias, é INCORRETO afirmar que:

Alternativas

  1. A) O risco de desenvolvimento do adenocarcinoma é baixo, portanto, não se caracteriza problema relevante de saúde pública. 
  2. B) O custo do rastreamento é relativamente barato, devendo ser feito o rastreamento para câncer de esôfago na população em geral.
  3. C) Recomenda-se, para o rastreamento do câncer do esôfago, em pacientes com esôfago de Barrett sem displasia identificável, a realização de exames endoscópicos, a cada dois ou três anos.
  4. D) Nos casos de displasia, deve ser realizado seguimento endoscópico a cada ano ou em período eventualmente menor, nos casos de dúvidas ou displasia de alto grau.

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