Displasia de Alto Grau no Esôfago de Barrett: Conduta e Prognóstico

UNESP/HCFMB - Hospital das Clínicas de Botucatu (SP) — Prova 2017

Enunciado

Mulher de 50 anos, tabagista (30 anos/maço), apresenta queimação na região retroesternal persistente, mesmo com uso de medicamento antirrefluxo em dose plena. Exame físico: BEG, sem alterações. EDA: presença de epitélio de aspecto glandular no esôfago distal, com projeção digitiforme de 8 cm de extensão. Análise histopatológica de fragmentos retirados dessa região mostraram epitélio do tipo intestinal, com displasia de alto grau em múltiplos fragmentos. A conduta adequada é

Alternativas

  1. A) acompanhamento com EDA e biópsias seriadas, a cada 6 meses. 
  2. B) terapia medicamentosa continuada com inibidor de bomba de prótons em dose plena.
  3. C) esofagectomia com reconstrução do trânsito alimentar. 
  4. D) fundoplicatura videolaparoscópica com hiatoplastia. 

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