Esôfago de Barret com Displasia de Alto Grau: Conduta

SES-RJ - Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro — Prova 2016

Enunciado

Mulher de 44 anos (multípara, altura = 1,58 m e peso = 95 kg) deu entrada no ambulatório de cirurgia geral queixando-se de dor tipo queimação no andar superior do abdome e regurgitação ácida. Foi solicitada uma série de exames que evidenciaram: colelitíase (múltiplos microcálculos) na ultrassonografia de vias biliares, presença de hérnia de hiato volumosa associada a esôfago de Barret com displasia de alto grau na endoscopia digestiva alta com biópsia. A melhor conduta nessa situação é:

Alternativas

  1. A) Esofagectomia trans-hiatal sem colecistectomia. 
  2. B) Esofagectomia trans-hiatal associada a colecistectomia. 
  3. C) Cirurgia antirrefluxo (gastrofundoaplicatura) sem colecistectomia. 
  4. D) Controle endoscópico a cada seis meses associado a colecistectomia. 

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