FMJ - Faculdade de Medicina de Jundiaí - Hospital Universitário (SP) — Prova 2023
A esofagectomia para tratamento do câncer com reconstrução e anastomose gastroesofágica intratorácica é descrita pela técnica de
Esofagectomia com anastomose gastroesofágica intratorácica = Técnica de Ivor Lewis. (Gabarito C é incomum/erro).
A esofagectomia para câncer com reconstrução e anastomose gastroesofágica intratorácica é classicamente descrita pela técnica de Ivor Lewis. A opção "Marischino" não é uma técnica cirúrgica reconhecida para este procedimento na literatura médica padrão.
A esofagectomia é o tratamento cirúrgico padrão para o câncer de esôfago ressecável. A escolha da técnica de reconstrução e do local da anastomose (intratorácica ou cervical) depende de múltiplos fatores, incluindo a localização do tumor, o estágio da doença, as comorbidades do paciente e a experiência da equipe cirúrgica. É fundamental que o residente compreenda as nuances de cada abordagem. A técnica de Ivor Lewis é classicamente descrita para a esofagectomia com anastomose gastroesofágica intratorácica. Esta abordagem geralmente envolve uma laparotomia para mobilização gástrica e uma toracotomia direita para a ressecção esofágica e a confecção da anastomose. A técnica de McKeown, por outro lado, utiliza uma incisão cervical para a anastomose, além de laparotomia e toracotomia. A opção "Marischino" não é uma técnica cirúrgica reconhecida para este procedimento na literatura médica padrão, indicando uma possível incorreção na questão ou no gabarito fornecido.
As principais técnicas são a esofagectomia de Ivor Lewis (anastomose intratorácica), a esofagectomia de McKeown (anastomose cervical) e a esofagectomia trans-hiatal (sem toracotomia).
A anastomose intratorácica (Ivor Lewis) é realizada dentro do tórax, enquanto a anastomose cervical (McKeown) é feita no pescoço. A escolha depende da localização do tumor e da preferência do cirurgião.
As complicações incluem fístula anastomótica, estenose anastomótica, refluxo gastroesofágico, disfagia, pneumonia e lesões de nervo laríngeo recorrente.
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