SMS Sinop - Secretaria Municipal de Saúde de Sinop (MT) — Prova 2020
Sobre o escore T da Densitometria Óssea é CORRETO afirmar:
Escore T densitometria = comparação com adulto jovem + indica risco relativo de fratura.
O escore T é a medida padrão para o diagnóstico de osteopenia e osteoporose em mulheres na pós-menopausa e homens > 50 anos. Ele compara a densidade mineral óssea do paciente com a média de um adulto jovem saudável, expressando o desvio padrão e correlacionando-se com o risco relativo de fratura.
A densitometria óssea é o padrão ouro para o diagnóstico de osteoporose, uma doença metabólica óssea caracterizada pela diminuição da massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, levando ao aumento da fragilidade e risco de fraturas. A osteoporose é uma condição prevalente, especialmente em mulheres na pós-menopausa, e sua identificação precoce é crucial para a prevenção de fraturas que podem levar a morbidade e mortalidade significativas. O escore T é o principal parâmetro utilizado na densitometria óssea para o diagnóstico de osteopenia e osteoporose em indivíduos acima de 50 anos ou mulheres na pós-menopausa. Ele representa o número de desvios padrão que a densidade mineral óssea (DMO) do paciente se afasta da DMO média de um adulto jovem saudável (pico de massa óssea). Um escore T ≤ -2,5 DP em qualquer sítio (coluna lombar, fêmur total ou colo do fêmur) define osteoporose, enquanto um escore T entre -1,0 e -2,5 DP define osteopenia. Compreender o escore T é fundamental para a prática clínica, pois ele não apenas diagnostica a doença, mas também estratifica o risco de fraturas. O tratamento da osteoporose visa reduzir esse risco e pode incluir modificações no estilo de vida, suplementação de cálcio e vitamina D, e medicamentos antirresortivos ou anabólicos. A interpretação correta do escore T permite ao médico instituir a terapia adequada e monitorar a resposta ao tratamento, prevenindo complicações graves como fraturas de quadril e vertebrais.
O escore T compara a densidade mineral óssea do paciente com a média de um adulto jovem saudável, sendo usado para diagnóstico de osteopenia/osteoporose em adultos mais velhos. Já o escore Z compara com indivíduos da mesma idade, sexo e etnia, útil em crianças, adolescentes e adultos jovens.
A osteoporose é diagnosticada quando o escore T é igual ou inferior a -2,5 desvios padrão. Osteopenia é definida por um escore T entre -1,0 e -2,5 desvios padrão, em qualquer sítio (coluna lombar, fêmur total ou colo do fêmur).
O escore T é um preditor robusto do risco de fraturas osteoporóticas, pois uma menor densidade mineral óssea (DMO) reflete uma estrutura óssea mais frágil, aumentando a probabilidade de fraturas por fragilidade.
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