HPP - Hospital Infantil Pequeno Príncipe (PR) — Prova 2022
O escore de Alvarado avalia dados da história clínica, exame físico e laboratório para avaliar a probabilidade de um quadro de dor abdominal ter como diagnóstico etiológico apendicite aguda. Assinale V para VERDADEIRO e F para FALSO e marque a sequência CORRETA: ( ) Dor que migra para fossa ilíaca direita; náuseas e vômitos são parâmetros avaliados dentro dos critérios de Alvarado. ( ) Descompressão brusca dolorosa em fossa ilíaca direita, tomografia com aumento do volume apendicular e borramento de gordura em fossa ilíaca direita são parâmetros avaliados dentro dos critérios de Alvarado. ( ) Leucocitose e dor à palpação em fossa ilíaca direita pontuam dois pontos cada um. ( ) Pontuação dos critérios de Alvarado entre 4 e 6 pontos sugerem diagnostico provável de apendicite. aguda. A conduta com esta pontuação seria observação clínica por 12 horas. Se o escore se mantiver o mesmo, indica-se cirurgia. ( ) Apenas temperaturas acima de 38,2C são pontuadas com 1 ponto na escala de Alvarado. Temperaturas abaixo de 38,2 não recebem nenhuma pontuação.
Escore de Alvarado: Dor FID, náuseas/vômitos, migração dor, febre, leucocitose, desvio à esquerda, dor à palpação FID.
O escore de Alvarado é uma ferramenta clínica para avaliar a probabilidade de apendicite aguda, combinando dados de história, exame físico e laboratório. Cada critério tem uma pontuação específica, e a soma total auxilia na decisão de conduta, desde observação até intervenção cirúrgica.
O Escore de Alvarado é uma ferramenta amplamente utilizada na avaliação de pacientes com suspeita de apendicite aguda, uma das causas mais comuns de abdome agudo cirúrgico. Ele visa estratificar o risco de apendicite, auxiliando o médico na tomada de decisão e evitando cirurgias desnecessárias ou atrasos no tratamento. O escore é composto por oito variáveis, cada uma com uma pontuação específica, totalizando um máximo de 10 pontos. Os critérios incluem sintomas (dor migratória para fossa ilíaca direita, anorexia, náuseas/vômitos), sinais do exame físico (dor à palpação em fossa ilíaca direita, descompressão brusca dolorosa, febre) e achados laboratoriais (leucocitose e desvio à esquerda). É crucial que o residente conheça cada critério e sua respectiva pontuação para aplicar o escore corretamente. Por exemplo, a dor à palpação em fossa ilíaca direita e a leucocitose pontuam 2 pontos cada, enquanto os demais critérios pontuam 1 ponto. A interpretação do escore guia a conduta: pontuações baixas (1-3) geralmente permitem alta ou observação; pontuações intermediárias (4-6) requerem observação clínica e reavaliação, podendo incluir exames de imagem; e pontuações altas (7-10) indicam alta probabilidade de apendicite e geralmente levam à indicação cirúrgica. É importante ressaltar que o escore é uma ferramenta auxiliar e não substitui o julgamento clínico.
Os critérios incluem dor migratória para fossa ilíaca direita, anorexia, náuseas/vômitos, dor à palpação em fossa ilíaca direita, descompressão brusca dolorosa, febre (>37,3°C), leucocitose (>10.000/mm³) e desvio à esquerda (>75% neutrófilos).
Pontuações de 1-3 indicam baixa probabilidade de apendicite, 4-6 sugerem probabilidade intermediária (observação clínica), e 7-10 indicam alta probabilidade (cirurgia).
Nenhum achado de imagem é incluído no Escore de Alvarado. Ele é baseado exclusivamente em dados clínicos, de exame físico e laboratoriais.
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