UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2019
Mulher de 43 anos, com fenômeno de Raynaud há 15 anos, úlceras digitais cicatrizadas, evolui, há vários meses, com dor torácica e dispneia, de caráter progressivo. Na consulta, refere dor torácica em queimação e a endoscopia digestiva realizada recentemente revela esofagite e epitélio colunar em 1/3 distal do esôfago. Ao exame físico, havia hiperpigmentação no tronco, rigidez articular e crepitação em velcro no terço distal de ambos os pulmões. O fator antinuclear era positivo e a tomografia computadorizada de tórax mostrava pulmões com redução volumétrica e padrão em vidro fosco nas bases pulmonares. Na prova de função respiratória: capacidade vital forçada = 58% do normal, índice de Tiffenaud = 88% e teste de difusão de monóxido de carbono = 25% (normal 76-140%). O diagnóstico mais provável para esse caso deve ser de:
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