IFF/Fiocruz - Instituto Fernandes Figueira (RJ) — Prova 2022
Segundo a escala de coma de Glasgow o paciente que apresenta abertura dos olhos à dor, resposta verbal incompreensível e resposta motora de extensão obtém pontuação de:
Glasgow: Olhos à dor (2) + Verbal incompreensível (2) + Motora extensão (2) = 6.
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) avalia o nível de consciência em três domínios: abertura ocular, resposta verbal e resposta motora. Cada domínio tem uma pontuação específica, e a soma total indica a gravidade do comprometimento neurológico.
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é uma ferramenta padronizada e amplamente utilizada para avaliar o nível de consciência de pacientes, especialmente em contextos de trauma cranioencefálico ou outras lesões cerebrais agudas. Sua importância reside na capacidade de fornecer uma avaliação rápida, objetiva e reprodutível do estado neurológico, auxiliando na tomada de decisões clínicas e no prognóstico. A ECG avalia a abertura ocular (1-4 pontos), a resposta verbal (1-5 pontos) e a resposta motora (1-6 pontos). A soma dessas pontuações varia de 3 (coma profundo) a 15 (totalmente consciente). A fisiopatologia subjacente a uma baixa pontuação reflete disfunção de áreas cerebrais responsáveis pela vigília e pela interação com o ambiente. O diagnóstico e a monitorização contínua da ECG são fundamentais no pronto-socorro e na UTI. Uma pontuação baixa indica maior gravidade e pode exigir intervenções urgentes, como intubação orotraqueal para proteção de via aérea. O prognóstico está diretamente relacionado à pontuação inicial e à sua evolução.
A ECG avalia três componentes principais: abertura ocular (pontuação de 1 a 4), resposta verbal (pontuação de 1 a 5) e resposta motora (pontuação de 1 a 6), somando um total de 3 a 15 pontos.
A resposta motora de extensão, também conhecida como postura de descerebração, é caracterizada pela extensão e rotação interna dos braços e extensão das pernas, recebendo 2 pontos na Escala de Coma de Glasgow.
A ECG é crucial para classificar a gravidade do traumatismo cranioencefálico (TCE) e monitorar a evolução do nível de consciência do paciente, orientando a conduta e o prognóstico.
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