Oftalmoclínica - São Gonçalo (RJ) — Prova 2015
Uma mulher sofreu trauma severo e chega a rebaixamento do estado de consciência. Antes da intubação ela não abre os olhos, apresenta reflexo de retirada a estímulos dolorosos e emite sons incompreensíveis. Qual é a pontuação na escala de Glasgow:
Glasgow: Olhos (1), Verbal (2), Motora (4) = 7.
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) avalia a resposta ocular, verbal e motora. Neste caso, 'não abre os olhos' = 1, 'sons incompreensíveis' = 2, e 'reflexo de retirada a estímulos dolorosos' = 4. A soma é 1 + 2 + 4 = 7.
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é uma ferramenta padronizada e amplamente utilizada para avaliar o nível de consciência de pacientes, especialmente em situações de trauma cranioencefálico (TCE) e outras emergências neurológicas. Ela fornece uma medida objetiva e reprodutível do estado neurológico, auxiliando na triagem, no prognóstico e na tomada de decisões clínicas, como a necessidade de intubação orotraqueal. A ECG é composta por três componentes: abertura ocular (pontuação de 1 a 4), resposta verbal (pontuação de 1 a 5) e resposta motora (pontuação de 1 a 6). A soma dessas pontuações resulta em um valor total que varia de 3 a 15. Uma pontuação de 8 ou menos geralmente indica TCE grave e a necessidade de proteção das vias aéreas. A correta aplicação da ECG é fundamental para todos os profissionais de saúde. É importante lembrar que a avaliação deve ser feita antes de qualquer intervenção que possa alterar a resposta do paciente, como a sedação para intubação. A monitorização seriada da ECG permite identificar deterioração ou melhora do quadro neurológico, orientando o manejo e as intervenções terapêuticas.
A Escala de Coma de Glasgow avalia a abertura ocular, a resposta verbal e a resposta motora, cada um com uma pontuação específica que varia de 1 a 4 (ocular), 1 a 5 (verbal) e 1 a 6 (motora).
A pontuação mínima da Escala de Coma de Glasgow é 3 (1 para cada componente) e a máxima é 15, indicando um paciente totalmente consciente e responsivo.
A ECG é crucial no trauma cranioencefálico para avaliar a gravidade da lesão cerebral, guiar decisões sobre intubação e ventilação mecânica, e monitorar a evolução neurológica do paciente ao longo do tempo.
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