HAC - Hospital Angelina Caron (PR) — Prova 2024
Paciente vítima de acidente automobilístico (colisão contra poste], com traumatismo crânio encefálico. Na admissão no pronto-socorro estava sonolento, confuso e desorientado. Qual o escore mais provável na escala de coma de Glasgow?
Sonolento, confuso, desorientado no TCE → Glasgow provável = 13 (Abertura Ocular 3, Resposta Verbal 4, Resposta Motora 6).
Um paciente sonolento, confuso e desorientado geralmente apresenta abertura ocular à voz (3), resposta verbal confusa (4) e obedece a comandos (6). A soma desses valores (3+4+6) resulta em 13, indicando um TCE leve a moderado.
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é uma ferramenta padronizada e amplamente utilizada para avaliar o nível de consciência de pacientes, especialmente aqueles com Traumatismo Cranioencefálico (TCE). Ela fornece um método objetivo e reprodutível para monitorar a evolução neurológica, classificar a gravidade do TCE (leve: 13-15, moderado: 9-12, grave: 3-8) e auxiliar na tomada de decisões clínicas. Sua aplicação correta é essencial na emergência. A ECG é composta por três parâmetros: abertura ocular, resposta verbal e resposta motora. Para um paciente sonolento, confuso e desorientado, a abertura ocular é tipicamente à voz (3 pontos), a resposta verbal é confusa (4 pontos), e a resposta motora é geralmente obedecendo a comandos (6 pontos), totalizando 13 pontos. É importante diferenciar esses estados de consciência para uma pontuação precisa. A interpretação do escore de Glasgow é vital para o manejo do TCE. Um declínio no escore indica piora neurológica e pode exigir intervenções urgentes, como intubação orotraqueal para proteção de via aérea em escores ≤ 8. A monitorização seriada da ECG, juntamente com outros sinais vitais e exames de imagem, guia o tratamento e a avaliação prognóstica.
A Escala de Coma de Glasgow avalia três componentes: abertura ocular (pontuação de 1 a 4), resposta verbal (pontuação de 1 a 5) e resposta motora (pontuação de 1 a 6).
Sonolência pode indicar abertura ocular à voz (3); confusão e desorientação indicam uma resposta verbal confusa (4); e se o paciente obedece a comandos, a resposta motora é 6.
O escore de Glasgow é crucial para classificar a gravidade do TCE (leve, moderado, grave), guiar a conduta inicial, monitorar a evolução neurológica e determinar o prognóstico.
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