SES-GO - Secretaria de Estado de Saúde de Goiás — Prova 2025
Observe o quadro a seguir.O quadro representa os níveis (degraus) da terapia analgésica no tratamento da dor, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). As drogas e terapias recomendadas para serem utilizadas na sequência do 1°, 2°, 3° e 4° degraus são, respectivamente,
Escada analgésica OMS: 1º Não opioides; 2º Opioides fracos; 3º Opioides fortes; 4º Intervenções.
A escada analgésica da OMS é um guia progressivo para o tratamento da dor, começando com analgésicos mais leves e avançando para opioides e procedimentos invasivos conforme a intensidade da dor.
A escada analgésica da Organização Mundial de Saúde (OMS) é um modelo de tratamento da dor que visa guiar os profissionais de saúde na escolha da terapia analgésica mais apropriada, começando com as opções menos invasivas e progredindo conforme a intensidade da dor. Este modelo é amplamente utilizado, especialmente no manejo da dor oncológica, mas também aplicável a outras condições de dor crônica. O primeiro degrau é para dor leve e inclui analgésicos não opioides, como paracetamol e anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), com ou sem adjuvantes. O segundo degrau é para dor moderada e adiciona opioides fracos, como codeína ou tramadol, aos analgésicos não opioides e adjuvantes. O terceiro degrau é para dor moderada a intensa e utiliza opioides fortes, como morfina, oxicodona ou fentanil, também com analgésicos não opioides e adjuvantes. Mais recentemente, um "quarto degrau" tem sido adicionado para dores refratárias, que não respondem adequadamente aos opioides fortes. Este degrau inclui procedimentos intervencionistas como bloqueios de nervos, neurolise, neuroestimulação, terapias intratecais e outras abordagens multidisciplinares. A progressão na escada deve ser individualizada, considerando a etiologia da dor, comorbidades e resposta do paciente.
O primeiro degrau inclui analgésicos não opioides, como paracetamol (acetaminofeno) e anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), que são indicados para dores leves.
O terceiro degrau, que envolve opioides fortes como a morfina, é indicado para dores moderadas a intensas que não foram controladas pelos analgésicos dos degraus anteriores.
O quarto degrau representa intervenções mais avançadas e invasivas, como bloqueios de nervos, neuroestimulação, cirurgia e outras terapias complementares, para dores refratárias aos tratamentos farmacológicos.
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