HGNI - Hospital Geral de Nova Iguaçu (Hospital da Posse) (RJ) — Prova 2015
As doenças virais da infância consideradas erradicadas em nível nacional pelo Ministério de Saúde já que nenhum caso é detectado há mais de 5 anos é:
No Brasil, poliomielite e sarampo são consideradas doenças virais erradicadas nacionalmente devido à ausência de casos por > 5 anos.
A erradicação de doenças como poliomielite e sarampo no Brasil é um marco da saúde pública, resultado de campanhas de vacinação massivas e vigilância epidemiológica rigorosa, embora a reintrodução de casos importados ainda seja uma preocupação.
A erradicação de doenças infecciosas é um dos maiores triunfos da saúde pública. No Brasil, a poliomielite e o sarampo são exemplos de doenças virais da infância que foram consideradas erradicadas em nível nacional pelo Ministério da Saúde, devido à ausência de casos autóctones por um período superior a cinco anos. Esse sucesso é atribuído principalmente às robustas campanhas de vacinação e à vigilância epidemiológica ativa. A poliomielite, causada pelo poliovírus, foi erradicada no Brasil em 1989, com o último caso registrado em 1989. O sarampo, causado pelo vírus do sarampo, teve sua erradicação certificada em 2016 pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), embora tenha havido surtos subsequentes devido a casos importados e baixa cobertura vacinal. A manutenção do status de erradicação exige vigilância contínua e altas taxas de vacinação. É crucial que os profissionais de saúde e a população compreendam que a erradicação nacional não significa erradicação global. A ameaça de reintrodução de casos importados é real, especialmente em um mundo globalizado. Portanto, a manutenção de altas coberturas vacinais e a vigilância epidemiológica ativa são essenciais para proteger a população e evitar o ressurgimento dessas doenças que já causaram grande morbidade e mortalidade.
Significa que não há mais circulação do agente etiológico da doença dentro das fronteiras do país, embora casos importados ainda possam ocorrer.
A vacinação em massa é fundamental para a erradicação, pois cria imunidade coletiva (imunidade de rebanho), interrompendo a cadeia de transmissão do patógeno.
Os desafios incluem a baixa cobertura vacinal em algumas regiões, a hesitação vacinal e a ocorrência de casos importados de países onde a doença ainda é endêmica.
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