HM São José - Hospital Municipal de São José (SC) — Prova 2021
Constitui método complementar para o tratamento da epistaxe posterior de difícil controle, em adultos:
Epistaxe posterior de difícil controle → Tamponamento nasal antero-posterior é a conduta inicial.
A epistaxe posterior é mais grave e frequentemente requer intervenção mais agressiva que a anterior. O tamponamento antero-posterior é um método eficaz para controlar o sangramento, aplicando pressão direta em ambas as porções da cavidade nasal.
A epistaxe, ou sangramento nasal, é uma queixa comum, mas a diferenciação entre anterior e posterior é crucial para o manejo. A epistaxe posterior, embora menos frequente, é geralmente mais grave, com sangramento mais volumoso e difícil de controlar, originando-se de ramos das artérias esfenopalatina ou etmoidais posteriores. É mais comum em idosos e pacientes com comorbidades como hipertensão ou coagulopatias. O diagnóstico da epistaxe posterior é clínico, pela observação do sangramento escorrendo pela orofaringe, mesmo após tamponamento anterior. O tratamento inicial para casos de difícil controle é o tamponamento nasal antero-posterior, que visa comprimir os vasos sangrantes em toda a extensão da cavidade nasal. Isso pode ser feito com balões infláveis ou com gaze e cateteres. Em casos refratários ao tamponamento, outras opções incluem a ligadura cirúrgica de vasos (como a artéria esfenopalatina ou etmoidais) ou a embolização arterial. É fundamental monitorar o paciente para complicações como hipóxia, apneia do sono e infecções. A abordagem correta e rápida é essencial para evitar morbidade e mortalidade.
A epistaxe posterior geralmente apresenta sangramento bilateral, escoamento posterior para a orofaringe e é mais volumosa, difícil de controlar e frequentemente associada a comorbidades.
A conduta inicial para epistaxe posterior de difícil controle é o tamponamento nasal antero-posterior, que pode ser realizado com balões específicos ou gaze.
A ligadura arterial (ex: artéria esfenopalatina, etmoidal) ou embolização são consideradas em casos de falha do tamponamento nasal ou sangramentos recorrentes e graves.
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