CBO Teórica 2 - Prova de Especialidades da Oftalmologia — Prova 2020
Com relação às episclerites, é correto afirmar:
Episclerite → benigna, autolimitada e raramente associada a doenças sistêmicas.
A episclerite é uma inflamação superficial, geralmente idiopática, sem dor intensa ou perda visual, acometendo mais a região interpalpebral.
A episclerite é uma condição inflamatória comum que afeta o tecido episcleral vascularizado entre a conjuntiva e a esclera. Apresenta-se nas formas difusa (mais comum) ou nodular. Embora geralmente benigna e autolimitada, casos recorrentes ou muito agressivos podem justificar uma investigação sistêmica básica. O diagnóstico é eminentemente clínico, baseado na inspeção sob lâmpada de fenda e no teste da fenilefrina. O tratamento geralmente envolve lubrificantes ou anti-inflamatórios tópicos/sistêmicos leves. É crucial distinguir esta condição da esclerite, que pode levar à perfuração ocular e está fortemente ligada a doenças como Artrite Reumatoide e Granulomatose com Poliangiíte.
A episclerite é superficial, causa desconforto leve e os vasos branqueiam com fenilefrina 10%. A esclerite é profunda, causa dor intensa que irradia para a face e os vasos não branqueiam com vasoconstritores.
Não. Na maioria dos casos (cerca de 70-80%), a episclerite é idiopática. Apenas uma minoria dos pacientes apresenta colagenoses ou outras doenças sistêmicas subjacentes, ao contrário da esclerite.
Ela ocorre mais comumente na fenda palpebral (região interpalpebral), que é a área mais exposta, e não na região superior protegida pela pálpebra.
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