Santa Casa de São Carlos (SP) — Prova 2020
Aproximadamente 5% dos indivíduos que apresentam fratura de quadril morrem durante a internação hospitalar, 12% morrem nos 3 meses subsequentes e 20% morrem no ano seguinte ao da fratura. Está adequado que:
Fraturas osteoporóticas: 50% mulheres e 20% homens > 50 anos terão ao longo da vida.
As fraturas osteoporóticas representam um grave problema de saúde pública, com alta morbimortalidade, especialmente as fraturas de quadril. É crucial reconhecer a alta prevalência dessas fraturas ao longo da vida, afetando significativamente mulheres e homens acima dos 50 anos.
A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, levando a um aumento da fragilidade óssea e do risco de fraturas. As fraturas osteoporóticas, especialmente as de quadril, coluna e punho, representam um problema de saúde pública global, com um impacto significativo na qualidade de vida, morbidade e mortalidade dos pacientes. A epidemiologia mostra que a prevalência dessas fraturas é alta, afetando uma parcela considerável da população idosa. A fratura de quadril, em particular, é associada a uma alta taxa de mortalidade e morbidade, incluindo perda de independência e necessidade de cuidados de longo prazo. O reconhecimento precoce da osteoporose e a implementação de medidas preventivas e terapêuticas são cruciais para reduzir a incidência de fraturas e suas consequências. Isso inclui a identificação de fatores de risco, rastreamento com densitometria óssea e tratamento farmacológico quando indicado, além de modificações no estilo de vida para fortalecer os ossos e prevenir quedas.
Estima-se que cerca de 50% das mulheres e 20% dos homens com idade igual ou superior a 50 anos sofrerão uma fratura osteoporótica ao longo da vida, destacando a alta incidência e o impacto da osteoporose na população idosa.
A fratura de quadril está associada a uma mortalidade significativa: aproximadamente 5% dos indivíduos morrem durante a internação hospitalar, 12% nos 3 meses subsequentes e 20% no ano seguinte à fratura, ressaltando a gravidade dessa condição.
Os principais fatores de risco incluem idade avançada, sexo feminino, baixa densidade mineral óssea, história prévia de fratura, uso prolongado de corticosteroides, tabagismo, alcoolismo, baixo peso corporal e certas doenças crônicas.
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