AMP - Associação Médica do Paraná — Prova 2025
Antônia, 55 anos, bancária aposentada, mãe de 3 fllhos, notou ganho de peso progressivo após a menopausa. Ao consultar seu médico procurando emagrecer, foi percebido na palpação de pescoço a presença de um nódulo indolor, elástico e móvel, com aproxlmadamente 2 cm. A palpação de região cervical pareceu normal, sem Iinfonodomegalias. O resultado da ecografia mostrou nódulo com características espongiformes. Ela, naturalmente está muito ansiosa com a possibilidade deste nódulo ser maligno. Das afirmativas abaixo, asslnale a que contém a informação correta.
Nódulos tireoidianos são comuns, especialmente em mulheres > 50 anos, e a maioria é benigna.
Nódulos tireoidianos são achados muito frequentes na população adulta, com prevalência significativamente maior em mulheres e aumentando com a idade. A grande maioria desses nódulos é benigna, e características ultrassonográficas como o padrão espongiforme sugerem benignidade.
Nódulos tireoidianos são achados extremamente comuns na prática clínica, com uma prevalência que varia de 5% em exames físicos a até 50% em estudos ultrassonográficos de indivíduos acima de 50 anos, sendo mais frequentes em mulheres. A grande maioria desses nódulos é benigna, mas a preocupação com a malignidade exige uma avaliação sistemática. A avaliação inicial de um nódulo tireoidiano inclui a história clínica, exame físico e dosagem de TSH. A ultrassonografia cervical é fundamental para caracterizar o nódulo (tamanho, número, características de risco como microcalcificações, margens irregulares, hipoecogenicidade acentuada) e guiar a necessidade de punção aspirativa por agulha fina (PAAF). O manejo subsequente depende do resultado da PAAF (classificação de Bethesda) e das características ultrassonográficas. Nódulos com características benignas e PAAF benigna (Bethesda II) geralmente requerem apenas acompanhamento. É crucial tranquilizar o paciente sobre a alta probabilidade de benignidade, enquanto se mantém vigilância para identificar os poucos casos de malignidade.
Nódulos tireoidianos palpáveis são encontrados em cerca de 5% dos adultos, mas a prevalência pode chegar a 50% em indivíduos com 50 anos ou mais, especialmente mulheres, quando detectados por ultrassonografia.
Características como nódulo espongiforme, cístico puro, ou isoecoico com halo regular, sem microcalcificações ou margens irregulares, geralmente sugerem benignidade.
Sim, a prevalência de nódulos tireoidianos aumenta com a idade e é significativamente maior em mulheres, embora o risco de malignidade por nódulo seja maior em homens e em extremos de idade.
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