Santa Casa de Campo Grande (MS) — Prova 2025
No Brasil, estima-se que a prevalência de angina entre 65 a 84 anos seja de 12% a 14% nos homens e 10% a 12% nas mulheres, sendo correto que:
DAC permanece a principal causa de morbimortalidade, com doenças cardiovasculares respondendo por ~30% das mortes no Brasil.
A doença arterial coronariana (DAC) e suas complicações, como infarto e angina, são a principal causa de morte no Brasil e no mundo. Cerca de 30% de todos os óbitos no país são de origem cardiovascular, reforçando a importância da prevenção primária e secundária.
A doença arterial coronariana (DAC) representa um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil e no mundo, mantendo-se como a principal causa de morbidade e mortalidade. Estima-se que as doenças cardiovasculares sejam responsáveis por cerca de 30% de todos os óbitos no país, um número que ressalta a magnitude do problema. A angina pectoris, principal sintoma da isquemia miocárdica, tem sua prevalência aumentada com a idade, afetando uma parcela significativa da população idosa. O entendimento dessa epidemiologia é crucial para a prática clínica e para a formulação de políticas de saúde. A alta mortalidade está associada a eventos agudos como o infarto do miocárdio e a morte súbita, enquanto a morbidade se manifesta pela angina crônica, insuficiência cardíaca e arritmias, que limitam a qualidade de vida e geram altos custos para o sistema de saúde. O controle dos fatores de risco, como hipertensão, diabetes, dislipidemia, tabagismo e sedentarismo, é a pedra angular da prevenção. Para o médico residente, reconhecer o peso da DAC é fundamental para valorizar a estratificação de risco cardiovascular em todos os pacientes. A abordagem deve ser proativa, focando não apenas no tratamento de eventos agudos, mas principalmente na prevenção primária e secundária, com metas agressivas de controle de fatores de risco e promoção de um estilo de vida saudável para reduzir o impacto devastador dessa doença.
Aproximadamente 30% de todas as mortes no Brasil são atribuídas a causas cardiovasculares. A doença arterial coronariana, incluindo o infarto agudo do miocárdio, é o principal componente dessa estatística.
A prevalência de angina aumenta significativamente com a idade. Na faixa etária de 65 a 84 anos, estima-se que afete de 12% a 14% dos homens e de 10% a 12% das mulheres, refletindo a progressão da aterosclerose.
As principais contribuintes são a doença isquêmica do coração (doença arterial coronariana), que leva ao infarto e angina, e as doenças cerebrovasculares, como o acidente vascular cerebral (AVC). Hipertensão arterial e insuficiência cardíaca também são causas importantes.
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