UNIATENAS - Centro Universitário Atenas (MG) — Prova 2025
Paciente, 33 anos de idade, apresenta em uma UPA 24 horas com quadro típico de dengue. O mesmo é atendido e acompanhado com os profissionais de área de saúde para que esse paciente não evolua para piora do quadro. De acordo com o Ministério da Saúde sobre a dengue, do diagnóstico ao manejo clínico é CORRETO afirmar que:
Dengue no Brasil = endêmica, casos ano todo, padrão sazonal em períodos quentes e chuvosos ↑ risco epidemias.
A dengue é uma doença endêmica no Brasil, com ocorrência de casos durante todo o ano, mas com um padrão sazonal bem definido, onde os períodos quentes e chuvosos favorecem a proliferação do vetor e, consequentemente, o aumento do número de casos e o risco de epidemias. É crucial entender essa dinâmica para o planejamento de saúde pública e manejo clínico.
A dengue é uma arbovirose de grande importância em saúde pública no Brasil, sendo considerada endêmica em diversas regiões. Causada por um dos quatro sorotipos do vírus da dengue (DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4), a doença apresenta um amplo espectro clínico, variando desde formas assintomáticas ou leves até quadros graves que podem levar a óbito. A compreensão de sua epidemiologia é fundamental para a atuação médica e para a formulação de políticas de saúde eficazes. A ocorrência da dengue no Brasil segue um padrão sazonal bem estabelecido, com um aumento significativo do número de casos nos períodos mais quentes e chuvosos do ano. Essas condições climáticas favorecem a proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor principal da doença, e aceleram o ciclo de replicação viral. Contudo, é crucial ressaltar que, apesar dos picos sazonais, a circulação viral e a ocorrência de casos podem ser observadas durante todo o ano, o que caracteriza a endemicidade da doença no país. O manejo clínico da dengue, do diagnóstico à conduta terapêutica, é guiado por protocolos do Ministério da Saúde que visam identificar precocemente os sinais de alarme e prevenir a evolução para as formas graves. A vigilância epidemiológica contínua e a educação da população sobre medidas de controle do vetor são pilares essenciais para mitigar o impacto da dengue, especialmente em períodos de maior risco de epidemias.
A sazonalidade da dengue no Brasil é primariamente influenciada por fatores climáticos como temperatura e pluviosidade, que afetam a proliferação do vetor Aedes aegypti e a replicação viral. Períodos quentes e chuvosos são ideais para a transmissão.
A dengue é endêmica porque o vírus e o vetor circulam continuamente em diversas regiões do país ao longo do ano, mesmo que a incidência de casos aumente significativamente em certas estações. Isso significa que a doença está sempre presente na população.
A sazonalidade da dengue exige um planejamento estratégico de saúde pública que inclua vigilância epidemiológica contínua, campanhas de prevenção intensificadas antes e durante os períodos de maior risco, e capacitação dos profissionais de saúde para o manejo clínico dos casos.
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