Enxaqueca: Diagnóstico Clínico e Tratamento da Crise Aguda
Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Campus Curitiba — Prova 2015
Enunciado
D.S.F., 35 anos, sexo feminino, sendo atendida na unidade de saúde Vila Feliz, relata que iniciou com cefaleia hemicraniana à direita, associada à foto e fonofobia. Apresenta ainda náuseas e, eventualmente, vômitos. Nega sintomas visuais ou neurológicos. Dor tipo pulsátil, durando menos de 72 horas, considerada de moderada a forte intensidade, sem irradiação ou qualquer outro sintoma associado. Faz uso de analgésicos como paracetamol ou dipirona, porém com resposta parcial. Apresenta dor com a frequência de 1x ao mês. Ao exame físico, não apresenta alterações, nem ao exame neurológico. Qual o diagnóstico e a conduta?
Alternativas
A) Trata-se de enxaqueca. É necessário realizar TAC, pois a dor é de moderada a forte intensidade e causas secundárias devem ser excluídas. O tratamento da crise aguda pode ser feito com AINEs, triptanos e antieméticos.
B) Trata-se de enxaqueca. Não é necessário realizar exame de imagem. O tratamento da crise aguda pode ser feito com triptanos, AINEs e antieméticos. É necessário realizar tratamento profilático, pois a paciente apresenta uma crise por mês.
C) Trata-se de cefaleia tensional. Não é necessário realizar exames de imagem. O tratamento da crise aguda consiste em usar analgésicos simples.
D) Trata-se de cefaleia em salvas. É necessário realizar exame de imagem para exclusão de outras causas. O tratamento pode ser feito com O2 e encaminhamento obrigatório ao neurologista.
E) Trata-se de enxaqueca. Não é necessário realizar exame de imagem. O tratamento da crise aguda pode ser feito com triptanos, AINEs e antieméticos.
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