FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2020
No Brasil, por exemplo, dos aproximados 26 milhões de pessoas que tinham 60 anos ou mais, 56,4% eram mulheres e 13,8% tinham 80 anos ou mais de idade. Indique a única alternativa INCORRETA:
Doenças crônicas podem comprometer a autonomia do idoso; o objetivo é minimizar esse impacto.
O envelhecimento frequentemente cursa com doenças crônicas que, embora não curáveis, podem ser manejadas para preservar ao máximo a funcionalidade e autonomia do idoso. A afirmação de que 'não podem comprometer' é incorreta, pois muitas doenças crônicas têm potencial incapacitante.
O envelhecimento populacional é um fenômeno global, e no Brasil, a proporção de idosos tem crescido significativamente. Esse aumento traz consigo um desafio para a saúde pública, que é o manejo das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs), que são prevalentes nessa faixa etária. Muitas dessas doenças, como hipertensão, diabetes, osteoartrite e demências, não são curáveis, mas podem ser controladas. A convivência com múltiplas doenças crônicas é uma realidade para a maioria dos idosos. Embora o objetivo seja manter a autonomia e a qualidade de vida, é inegável que muitas dessas condições têm o potencial de causar incapacidade funcional e comprometer a independência. A geriatria foca na avaliação multidimensional do idoso, buscando estratégias para prevenir a progressão da incapacidade e promover a reabilitação. Para residentes, é fundamental entender que o cuidado com o idoso vai além do tratamento da doença específica; envolve a consideração do contexto social, funcional e psicológico. O manejo deve ser centrado no paciente, visando preservar sua autonomia e dignidade, mesmo diante das limitações impostas pelas condições crônicas.
Doenças crônicas podem levar à perda de força, equilíbrio, cognição e mobilidade, resultando em dependência para atividades diárias e, consequentemente, comprometendo a autonomia do idoso.
O objetivo principal é otimizar o controle das doenças, prevenir complicações, preservar a capacidade funcional e a qualidade de vida, minimizando o impacto na autonomia e promovendo o envelhecimento ativo.
Embora o envelhecimento aumente a probabilidade de desenvolver doenças crônicas, é possível envelhecer com boa saúde e funcionalidade, especialmente com hábitos de vida saudáveis e acompanhamento médico preventivo.
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