Prevenção Primária Farmacológica: Evidências e Riscos
UFSC/HU - Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago (SC) — Prova 2022
Enunciado
Medidas como a prevenção de hospitalização via tratamento precoce da covid-19 com fármacos podem ser consideradas como prevenção primária (P1) e podem gerar danos iatrogênicos. Em P1 com fármacos, a não maleficência tem certa proeminência em relação à beneficência, pois seus benefícios potenciais são futuros e para um reduzido número de pessoas, enquanto todos os que as recebem são submetidos aos riscos de seus danos.Por isso, esse tipo de P1:
Alternativas
A) Como prevenir é melhor, a experiência clínica dos especialistas é suficiente para avalizar a segurança e eficácia de uma medida preventiva.
B) Necessita estar fundamentada em estudos observacionais com número significativo (centenas) de pacientes bem conduzidos, avalizando a sua segurança e eficácia.
C) Necessita estar fundamentada em estudos de coorte, os melhores para definir a segurança e a eficácia de farmacoterapia preventiva.
D) Necessita estar fundamentada em resultados favoráveis de ensaios clínicos randomizados que mensurem benefícios e danos (e suas revisões), antes de ser aplicada às populações.
E) Necessita estar fundamentada em estudos do tipo caso-controle, os melhores para definir a segurança e a eficácia de farmacoterapia preventiva.
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