UDI Hospital - Hospital UDI São Luís (MA) — Prova 2020
Puérpera de parto vaginal ocorrido 5 dias antes retorna à maternidade com queixa de febre, dor pélvica, secreção vaginal de odor fétido e aumento de sangramento vaginal. Ao exame, útero amolecido e doloroso à manipulação. Marque a hipótese diagnóstica para o quadro clínico.
Febre + dor pélvica + secreção fétida + útero amolecido no puerpério → Endometrite.
A endometrite puerperal é a infecção mais comum no pós-parto, caracterizada por febre, dor pélvica, útero amolecido e doloroso, e frequentemente secreção vaginal com odor fétido. O diagnóstico é clínico e o tratamento é com antibióticos de amplo espectro.
A endometrite puerperal é a infecção mais comum do pós-parto, afetando o endométrio e, por vezes, o miométrio e paramétrio. Geralmente ocorre nos primeiros 10 dias após o parto, sendo mais frequente após cesarianas ou partos vaginais complicados. É uma causa importante de morbidade materna e deve ser prontamente diagnosticada e tratada. O quadro clínico típico inclui febre (geralmente acima de 38°C), dor pélvica ou abdominal baixa, útero amolecido e doloroso à palpação, e frequentemente a presença de loquiação com odor fétido ou purulenta. O diagnóstico é essencialmente clínico, embora exames laboratoriais (hemograma, PCR) possam auxiliar na avaliação da gravidade e exclusão de outros focos infecciosos. O tratamento da endometrite puerperal consiste em antibioticoterapia de amplo espectro, com cobertura para bactérias aeróbias e anaeróbias, administrada por via intravenosa. Esquemas comuns incluem a combinação de Clindamicina e Gentamicina. A resposta ao tratamento é geralmente rápida, com melhora clínica em 48-72 horas. A falha terapêutica deve levantar a suspeita de abscessos ou restos placentários retidos.
Os sintomas clássicos incluem febre (geralmente >38°C), dor pélvica ou abdominal baixa, útero amolecido e doloroso à palpação, e frequentemente loquiação fétida ou purulenta.
O tratamento é feito com antibioticoterapia de amplo espectro, geralmente intravenosa, cobrindo bactérias aeróbias e anaeróbias. Esquemas comuns incluem a combinação de Clindamicina + Gentamicina.
Fatores de risco incluem parto cesariana, trabalho de parto prolongado, ruptura prolongada de membranas, múltiplos exames vaginais, corioamnionite e retenção de restos placentários.
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