Endometrite Puerperal: Diagnóstico e Tratamento Padrão

FBHC - Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia (SE) — Prova 2020

Enunciado

Adolescente de 18 anos, gesta 2, apresenta na gestação anterior trabalho de parto prematuro com 34 semanas que resultou em parto transpélvico. Na gravidez atual, no início da gestação, foi tratada por bacteriúria assintomática por Estreptococos do grupo B com urocultura de controle negativa. Com 35 semanas de gestação, apresentou perda de líquido vaginal e somente após 14 horas foi examinada na maternidade com confirmação de rotura prematura de membranas ovulares e fase latente do trabalho de parto. Após nove horas de trabalho de parto, evoluiu para parto transpélvico sem laceração com dequitação placentária completa. No primeiro dia de puerpério, apresentou temperatura axilar de 38,5ºC, mamas não ingurgitadas, útero doloroso a palpação, amolecido e dois dedos acima da cicatriz umbilical. Lóquios em pequenas quantidade. O diagnóstico e o tratamento padrão para essa paciente, são respectivamente:

Alternativas

  1. A) Endometrite, esquema duplo com Ampicilina e Penicilina G Cristalina, via endovenosa.
  2. B) Endometrite, esquema duplo com Clindamicina e Gentamicina, via endovenosa.
  3. C) Endometrite, esquema triplo com Gentamicina, Amicacina e Metronidazol, via endovenosa.
  4. D) Endometrite, esquema triplo com Penicilina G Cristalina, Gentamicina e Amicacina, via oral.
  5. E) Endometrite, esquema triplo com Ceftrianoxa, Getamicina e Amicacina, via endovenosa.

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