UFCSPA - Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (RS) — Prova 2024
Sobre a endometrite crônica, marque V (verdadeiro) ou F (falso) para as afirmações abaixo e, após, assinale a alternativa com a sequência CORRETA: ( ) O diagnóstico é histológico, baseado no achado de plasmócitos no estroma endometrial. ( ) São causas conhecidas: infecção por clamídia, presença de pólipo endometrial e exposição à radiação. ( ) Aproximadamente 90% das causas são identificáveis no exame histológico. ( ) Quando sintomática pode acontecer sangramento intermenstrual, menorragia ou sangramento pós-coital.
Endometrite crônica = plasmócitos no estroma endometrial, causa sangramento uterino anormal e infertilidade.
O diagnóstico de endometrite crônica é histológico, pela presença de plasmócitos no estroma endometrial. Suas causas incluem infecções (como clamídia), pólipos e radioterapia. Pode manifestar-se com sangramento uterino anormal e é associada à infertilidade.
A endometrite crônica é uma condição inflamatória persistente do endométrio, que, embora muitas vezes assintomática, pode ser uma causa subjacente de sangramento uterino anormal, dor pélvica crônica e, notavelmente, infertilidade e falhas de implantação em tratamentos de reprodução assistida. Sua prevalência é variável, mas é significativamente maior em mulheres com infertilidade inexplicada ou abortos de repetição. O diagnóstico definitivo da endometrite crônica é histológico, sendo caracterizado pela presença de plasmócitos no estroma endometrial, identificados por coloração de hematoxilina-eosina ou, mais sensivelmente, por imuno-histoquímica para CD138. As causas são diversas e incluem infecções bacterianas (como Chlamydia trachomatis, Mycoplasma hominis, bactérias entéricas), pólipos endometriais, miomas submucosos e corpos estranhos intrauterinos (ex: DIU). Quando sintomática, a endometrite crônica pode apresentar sangramento intermenstrual, menorragia ou sangramento pós-coital. O tratamento geralmente envolve antibióticos de amplo espectro, como doxiciclina, por um período de 10 a 14 dias, visando erradicar a infecção. O reconhecimento e tratamento adequados são cruciais para melhorar os resultados reprodutivos e aliviar os sintomas associados.
O diagnóstico de endometrite crônica é histológico, baseado na identificação de plasmócitos no estroma endometrial. A biópsia endometrial é o método padrão-ouro para sua detecção.
As causas conhecidas de endometrite crônica incluem infecções bacterianas (como Chlamydia trachomatis, Mycoplasma hominis, bactérias entéricas), presença de pólipos endometriais, miomas submucosos, dispositivos intrauterinos (DIU) e, raramente, exposição à radiação.
Quando sintomática, a endometrite crônica pode se manifestar com sangramento uterino anormal (sangramento intermenstrual, menorragia, sangramento pós-coital), dor pélvica crônica e, frequentemente, está associada à infertilidade ou falhas de implantação em tratamentos de reprodução assistida.
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