Endometriose Profunda: Diagnóstico por Ressonância Magnética

INTO - Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (RJ) — Prova 2025

Enunciado

Mulher de 35 anos, nuligesta, vai à consulta com especialista em dor pélvica crônica queixando-se de dismenorreia progressiva e de hematoquezia quando está menstruada. Relata que as cólicas menstruais pioraram há cinco anos e que precisou procurar o pronto-socorro em duas ocasiões por dor pélvica forte e necessidade de medicação intravenosa. Afirma não fazer uso de contracepção hormonal, por não ter atividade sexual há sete anos. Nega doenças crônicas ou uso de medicações. Refere constipação com piora nos últimos sete meses, com distensão abdominal. Ao exame físico, observa-se abdome indolor à palpação, exame especular sem lesões visíveis, toque vaginal com dor à mobilização do colo uterino, útero pouco móvel e palpação de nódulos endurecidos e doloridos em fórnice vaginal posterior. Considerando a provável hipótese diagnóstica, assinale a melhor opção de investigação inicial para o caso.

Alternativas

  1. A) Tomografia do abdome para a identificação das lesões profundas de endometriose.
  2. B) Laparoscopia para visualização da distorção da anatomia pélvica causada pela endometriose.
  3. C) Histerossonossalpingografia para avaliação da distorção da anatomia pélvica pela endometriose.
  4. D) Ressonância magnética da pelve para mapeamento das lesões profundas de endometriose.
  5. E) Ultrassonografia transabdominal para pesquisa de endometriose.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo