MedEvo Simulado — Prova 2026
Letícia, 26 anos, nuligesta, apresenta queixa de dismenorreia intensa há cerca de 3 anos, com piora progressiva nos últimos 8 meses. Relata que a dor, inicialmente restrita ao período menstrual, agora se manifesta também como dor pélvica persistente e dispareunia de profundidade ocasional. Faz uso regular de anticoncepcional oral combinado monofásico há 1 ano, porém sem melhora satisfatória do quadro álgico. Ao exame físico ginecológico, observa-se útero em retroversão, com mobilidade reduzida, e presença de nodularidade endurecida e extremamente dolorosa à palpação de ligamentos uterossacros e fundo de saco posterior. O exame especular e a ultrassonografia pélvica transvaginal convencional, realizada há dois meses por radiologista geral, não evidenciaram alterações em útero ou anexos. Diante da suspeita clínica e da falha no tratamento clínico inicial, o próximo passo mais adequado para a investigação desta paciente é:
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