FMJ - Faculdade de Medicina de Jundiaí - Hospital Universitário (SP) — Prova 2026
A endometriose pélvica afeta cerca de 10 a 12% de mulheres em idade reprodutiva, podendo causar infertilidade e dor pélvica. Em relação a essa afecção, é correto afirmar que:
Endometriose → Tecido endometrial extrauterino; Tratamento visa hipoestrogenismo ou amenorreia.
O tratamento clínico da endometriose foca no controle da dor e supressão do tecido ectópico, frequentemente utilizando progestagênios para induzir atrofia endometrial e amenorreia.
A endometriose é uma doença inflamatória crônica estrogênio-dependente, caracterizada pela presença de estroma e glândulas endometriais fora do útero. Atinge significativamente a qualidade de vida devido à dismenorreia intensa, dispareunia e dor pélvica crônica. A teoria da menstruação retrógrada de Sampson é a mais aceita, embora fatores genéticos e imunológicos desempenhem papel crucial. O diagnóstico padrão-ouro é a laparoscopia com biópsia, mas exames de imagem como a ressonância magnética e o ultrassom com preparo intestinal ganharam espaço na detecção de focos profundos. O tratamento deve ser individualizado, considerando o desejo de gestação e a gravidade dos sintomas, variando de bloqueio hormonal a intervenções cirúrgicas excisionais.
Eles promovem a decidualização e subsequente atrofia do tecido endometrial ectópico, além de inibir o eixo hipotálamo-hipófise-ovário, levando à amenorreia e redução da dor.
Embora possa estar elevado em casos graves, possui baixa sensibilidade e especificidade, sendo mais útil no acompanhamento pós-tratamento do que no diagnóstico inicial.
Não. A adenomiose é a presença de glândulas e estroma endometrial no miométrio, enquanto a endometriose refere-se a implantes fora da cavidade uterina.
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