Encefalopatia de Wernicke na Hiperêmese Gravídica

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Letícia, 27 anos, primigesta, com 10 semanas de gestação, é admitida na unidade de emergência obstétrica com quadro de hiperêmese gravídica grave. Relata vômitos incoercíveis há 15 dias, com perda ponderal de 7% em relação ao peso pré-gestacional. Ao exame físico, encontra-se desidratada 3+/4+, mucosas secas, letárgica, apresentando nistagmo horizontal e ataxia de marcha. A frequência cardíaca é de 125 bpm e a pressão arterial é de 90x50 mmHg. Os exames laboratoriais revelam: Hemoglobina 15,2 g/dL; Hematócrito 46%; Sódio 130 mEq/L; Potássio 2,7 mEq/L; Cloro 92 mEq/L; Cetonúria 4+; TSH 0,05 mUI/L; T4 livre 2,1 ng/dL (referência: 0,8 a 1,8 ng/dL). Diante desse cenário clínico, a conduta imediata mais adequada para prevenir o agravamento do quadro neurológico é:

Alternativas

  1. A) Correção imediata da hiponatremia com solução salina hipertônica a 3%.
  2. B) Introdução de propiltiouracil para tratamento de tireotoxicose gestacional.
  3. C) Administração de tiamina (vitamina B1) antes da infusão de soluções glicosadas.
  4. D) Prescrição de solução de Glicose 5% associada a Cloreto de Potássio.

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