Encefalopatia Hepática Refratária: Manejo com Rifaximina

UFF/HUAP - Hospital Universitário Antônio Pedro - Niterói (RJ) — Prova 2019

Enunciado

Paciente, com cirrose e neuropatia periférica pelo alcoolismo, apresenta piora da ascite e encefalopatia. A rotina médica aumenta a dose de furosemida e espironolactona, mas há piora da função renal (ureia = 40 → 120 mg/dl e cratinina 0,7 = → 2,5 mg/dl). PA = 100 x 60 mmHg, FC = 90 bpm, enquanto os demais exames mostram Hgb = 11 g/dl, sódio = 136 mEq/L e potássio = 5,0 mEq/L. É iniciada ainda lactulona, obtendo três evacuações/dia, mas não há melhora neurológica.. Sobre o tratamento da encefalopatia hepática nesse cenário clínico, a conduta mais apropriada é:

Alternativas

  1. A) dobrar a dose de lactulona.
  2. B) associar metronidazol.
  3. C) associar neomicina.
  4. D) iniciar rifaximina.
  5. E) suspender lactulona e iniciar reposição albumina. 

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